Uma conversa sobre “The Creative Act” de Rick Rubin

Tenho lido o livro The Creative Act, de Rick Rubin, e ele puxou boas conversas sobre o que é a criatividade. Estes são os pontos que tirei delas.
Acessar o universal
- A criatividade é mais antiga que as pessoas. É uma força do universo que vem se apoiando nas leis da física e acrescentando camadas de complexidade há bilhões de anos.
- Nós carregamos essa força, e também damos forma ao jeito como ela aparece.
- A cooperação, consciente ou não, faz parte da criatividade. Ela liga cada um de nós a tudo o mais que está sendo feito.
Cultivar a quietude
- A quietude é como a velocidade da luz. A gente pode chegar mais perto, mas nunca alcançá-la.
- Ela significa encontrar harmonia interior e acalmar a “mente de macaco” para a intuição aparecer.
- Todos estamos caminhando para a quietude. Uns estão mais adiante que outros, mas buscamos a mesma paz interior.
Desapegar do resultado
- A criatividade está mais na intenção do que no resultado.
- A obra pronta lembra você dessa intenção. É a forma visível de um propósito mais fundo.
- O processo criativo é complexo e imprevisível. Defina intenções em vez de expectativas fixas.
Oferecer o seu trabalho como um presente
- Encontre o seu lugar no sistema maior em que você vive, e equilibre a sua realização com o que você dá aos outros.
- Procure jeitos de tornar o trabalho criativo sustentável, com uma troca justa de valor, sem perder o espírito de generosidade e serviço.
O que eu levei
A criatividade é uma colaboração entre o universo e a pessoa que está fazendo alguma coisa. Quando cultivamos a quietude, largamos resultados fixos e oferecemos o trabalho como presente, entramos num fluxo criativo maior do que o nosso.